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Acta Atrium Palace em Gran Via Corts Catalanes, 656, Barcelona, 08010, Espanha Acta Atrium Palace
Gran Via Corts Catalanes, 656, Barcelona
Comentários: 8.25. A partir de EUR 95.79


Hotel Principal em Junta de Comercio, 8,10,12, Barcelona, 08001, Espanha Hotel Principal
Junta de Comercio, 8,10,12, Barcelona
Comentários: 8.07. A partir de EUR 50.00


Ab Skipper em Avenida Litoral, 10, Barcelona, 08005, Espanha Ab Skipper
Avenida Litoral, 10, Barcelona
Comentários: 8.72. A partir de EUR 154.08


Apartments Hispanos Siete Suiza em Sicilia, 255, Barcelona, 08025, Espanha Apartments Hispanos Siete Suiza
Sicilia, 255, Barcelona
Comentários: 8.95. A partir de EUR 100.00


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Hotéis Barcelona - Sobre Barcelona


Nota: Para outros significados de Barcelona, ver Barcelona (desambiguação).

Barcelona é capital da comunidade autônoma de Catalunha (Espanha); é também a capital da comarca do Barcelonès e da província de Barcelona. Nela se encontram as instituições mais importantes do governo da Catalunha: a Generalidade da Catalunha (governo autônomo) e o parlamento autônomo. Seu prefeito é Jordi Hereu Boher.



Situada na província homônima, ao longo da costa do Mediterrâneo (41°23′N 2°11′E), entre o desaguar dos rios Llobregat e Besòs, o território de Barcelona está dividido em três áreas bem delimitadas: a serra da Collserola (com 512 metros de altura é o ponto mais alto da cidade, em seu topo está localizado o Tibidabo), o plano e os deltas dos rios Besòs e Lobregat, que juntamente com o litoral delimitam seu território. Cerca de 160 km a sul das montanhas dos Pirenéus.

A população da cidade de 1.595.110 habitantes (estimativa em 2006), sendo que a população da área metropolitana é de 3.161.081 (estimativa em 2006). A população da província é de 5.226.354 (estimativa em 2005), mas cobre apenas 7,773 km² da cidade.



Os primeiros vestígios de povoamento em Barcelona remontam ao final do período Neolítico (2000 a 1500 a.C.). Do século VII ao VI a.C. não está documentada a existência de povoamento de nenhuma tribo ibérica. Aparentemente, por essa mesma época teria existido uma colônia grega (Kallipolis) na região, apesar de os historiadores discordarem sobre a sua localização exata. Os cartagineses teriam ocupado a região durante a Segunda Guerra Púnica e depois os romanos se instalariam no local.

Em sentido estrito, Barcelona teria sido fundada pelos romanos no final do século I a.C., sobre o mesmo assentamento ibérico anterior onde já se haviam instalado anteriormente desde o ano 218 a.C., e teria sido convertida numa fortificação militar, chamada de Iulia Augusta Paterna Faventia Barcino, que estava situada sobre o então chamado Mons Taber, uma pequena elevação onde hoje está situada a catedral da cidade e a praça de Sant Jaume. No século II as suas muralhas foram construídas por ordem do Imperador Cláudio e já no início do século III a população de Barcino estava estimada entre 4.000 e 8.000 habitantes. Barcino foi a cidade dos laietanos (ibéricos), que deu origem a cidade de Barcelona. Estava situada perto do rio Rubricatus (Llobregat). A cidade já existia com um outro nome (a lenda atribui sua fundação à Hércules, 400 anos antes da fundação de Roma) quando foi supostamente refundada por Amílcar Barca, que lhe dá o nome. Depois os romanos se estabelecem na cidade.

No século V, Barcelona foi ocupada pelos visigodos de Ataúlfo (ano 415) provenientes do norte da Europa. Em 531, Amalarico foi assassinado. No século VIII a cidade foi conquistada pelo vizir árabe Al-Hurr e iniciou-se um período de quase um século de domínio muçulmano que terminou em 801 quando foi ocupada pelos carolíngios, que a converteu em capital do Condado de Barcelona. A potência econômica da cidade e a sua localização estratégica fizeram com que os muçulmanos voltassem em 985, comandados por Almansor, ocupando-a durante alguns meses.



Até o fim do século XVIII, Barcelona iniciou uma recuperação econômica que lhe favoreceu a industrialização progressiva do século seguinte. A segunda metade do século XIX coincidiu com o projeto de derrubada das muralhas antigas que envolviam a cidade e outras cidades próximas são incorporadas à Barcelona. Dessa forma, são incorporadas à Grande Barcelona as cidades de Gràcia, Sarrià, Horta, Sant Gervasi de Cassoles, Les Corts, Sants, Sant Andreu de Palomar e Sant Marti de Provençals. Isso permitiu que a cidade executasse o projeto do Eixample e do desenvolvimento da indústria, feito que lhe permitiu entrar no século XX como um dos centros urbanos mais avançados de Espanha. Foi sede de duas Exposições Universais nos anos de 1888 e de 1929.

A escalada da Guerra Civil Espanhola e a derrota das forças republicanas tornaram o panorama desfavorável novamente, uma vez que Barcelona se havia posto ao lado da República, e no final de 1939, as tropas franquistas ocuparam a cidade na última fase da guerra.

Depois de um pós-guerra duro para Barcelona, teve início uma fase de desenvolvimento sob o mandato do prefeito Josep María de Porcioles i Colomer. Toda a região próxima à cidade que ainda mantinha alguma tradição agrícola e rural aos poucos se vai urbanizando com grandes bairros cheios de imigrantes procedentes de outras partes da Península Ibérica. Restaurada a democracia após a morte do ditador Franco, um novo desenvolvimento cultural e urbanístico acontece, com uma crescente participação da população civil, dotando a cidade de grandes infra-estruturas dignas de uma metrópole moderna e cosmopolita atrativa para o turismo. Nesta última etapa celebraram-se os Jogos Olímpicos de Verão de 1992 e o Forum Universal das Culturas em 2004.



Barcelona foi historicamente uma cidade muito ligada à indústria. Foi a primeira cidade em Espanha a acolher a revolução Industrial e apesar de ter tido algumas crises econômicas é hoje o maior centro industrial do país.

O porto de Barcelona converteu-se nos últimos anos no mais importante do Mediterrâneo em tonelagem de mercadorias e contentores. Também é o primeiro porto mediterrânico em número de cruzeiros que fazem escala na cidade.

Centro cultural, econômico e político, Barcelona é uma referência não só dentro de Espanha como também no contexto da União Europeia.



Barcelona cresceu e anexou municípios vizinhos que atualmente são bairros da cidade. Destacam-se a aportação fenomenal de Ildefons Cerdà e a ordenação urbanística.

Barcelona está dividida em dez distritos (enumeram-se alguns bairros históricos):



Barcelona oferece ao visitante a possibilidade de percorrer a pé desde as ruínas romanas e a cidade medieval até os bairros do modernismo catalão, com seus edifícios característicos, suas ruas arborizadas e suas largas avenidas. A cidade antiga é praticamente plana, enquanto que os bairros novos, a medida que ficam próximos à cordilheira litoral, deixam o aspecto plano de lado.



Um dos lugares de mais frequentados de Barcelona é La Rambla, uma passarela situada entre a Praça da Catalunha (em catalão Plaça de Catalunya), centro da cidade, e o antigo porto de Barcelona. Ali são encontradas quiosques de flores, cafeterias, restaurantes e lojas comerciais. Passeando pela La Rambla pode-se admirar vários edifícios de interesse, como o Palácio da Virreina, o mercado de La Boqueria e o famoso teatro Grande Teatro do Liceu. Uma rua lateral a La Rambla conduz a Praça Real (em catalão Plaça Reial), uma praça com palmeiras e edifícios que abriga cervejarias e restaurantes.

La Rambla termina junto ao porto antigo, onde a estátua de Cristovão Colombo (ou Monumento a Colombo) aponta para o mar. Próximo dali se encontra o Museu Marítimo (ou Museu Maritim), dedicado sobre tudo à historia naval do Mediterrâneo, e no qual se exibe a reprodução em escala real de uma antiga galera de combate. O porto antigo oferece outros atrativos, como um centro de ócio, com comércios, restaurantes, um cinema IMAX, e um aquário da fauna marinha mediterrânea.



Barcelona é conhecida como capital do modernismo. A cidade, na qual viveu e trabalhou o arquiteto Antoni Gaudí conta com algumas de suas obras mais relevantes, que atraem a cada ano milhões de visitantes de todo mundo. A mais representativa é o Templo Expiatório da Sagrada Família, que Gaudí deixou inacabada e que segue sendo construída da mesma maneira que as catedrais na Idade Média. Seu término está previsto para até 2020. Outras das obras mais conhecidas de Gaudí são o Parque Güell (Parc Güell), a Casa Milà, também chamada de "La Pedrera", e a Casa Batlló. Além de Gaudí, Barcelona conta com outras jóias do modernismo catalão como o Hospital de Sant Pau e o Palácio da Música Catalã de Lluís Domènech i Montaner, ou o Palácio Macaya e muitas outras obras de Josep Puig i Cadafalch.



Também possui distintas amostras de arquitetura contemporânea. Destacando-se o Pavilhão Alemão de Ludwig Mies van der Rohe, que foi construído para a Exposição Universal de Barcelona de 1929, assim como a Fundação Joan Miró do arquiteto catalão Josep Lluís Sert. Anos mais tarde, por causa dos Jogos Olímpicos de 1992, a cidade viveu uma etapa de grandes transformações que deram lugar a obras como o Palau Sant Jordi (ou Palácio de Esportes São Jordi) de Arata Isozaki, a Torre de Collserola de Norman Foster e a Torre de Montjuïc de Santiago Calatrava. Antes dos Jogos houve também a remodelação e ampliação do Aeroporto de Barcelona por Ricardo Bofill. E na etapa pós-olímpica a cidade seguiu mantendo seu desenvolvimento arquitetônico, construindo edifícios como o Museu de Arte Contemporânea de Barcelona (ou MACBA) de Richard Meier, a Torre Agbar de Jean Nouvel, e los projetos de uma nova estação em La Sagrera, a Torre do Triângulo Ferroviário de Frank Gehry. Outras construções aconteceram por causa do Forum Universal das Culturas, como o Edifício Fórum de Jacques Herzog e Pierre de Meuron.



Na Fundação Joan Miró encontra-se algumas obras deste pintor e são realizadas exposições itinerantes procedentes de museus de todo mundo. O Museu Picasso conta com uma importante coleção de obras pouco conhecidas deste pintor, sobretudo de suas épocas iniciais. No Museu Nacional de Arte da Catalunha encontra-se exposta uma importante coleção de arte romana. A arte da época atual fica no recém construído Museu de Arte Contemporânea de Barcelona. Também são de relevância o Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona situado em El Raval, o museu da Fundação Antoni Tàpies, o CaixaFòrum e o Museu da Ciência, agora chamado de CosmoCaixa.



Duas montanhas dominam a cidade convertidas em miradores. O Montjuic é um pequeno monte situado junto ao porto, em cuja topo encontra-se uma antiga fortaleza militar que serviu para vigiar a entrada de Barcelona pelo mar. Nesta montanha encontra-se ainda as instalações olímpicas, como o Estádio Olímpico Lluis Companys, o Palácio Sant Jordi e as Piscinas Picornell. Também pode ser visto em Montjuic o jardim botânico, que dispõe de uma coleção única de cactus. O Tibidabo, na parte alta da cidade é a outra montanha de Barcelona. Pode-se ir ao Tibidabo de carro, ônibus, tranvia e um funicular. No Tibidabo encontra-se a Igreja do Sagrado Coração, visível de toda a cidade, o Parque de atrações de Tibidabo, e a Torre de Collserola, antena de telecomunicações que dispõe de um mirador.



A cidade de Barcelona também se destaca no futebol, onde os clubes do Futbol Club Barcelona e Espanyol se destacam. O clube do Barcelona é o maior da Catalunha, onde já passaram diversos jogadores de futebol famosos como Maradona, Ronaldo, Rivaldo, Romário, Saviola, Messi, Riquelme, Michael Laudrup, Cruyff, Luis Figo e Ronaldinho Gaucho. Atualmente os maiores jogadores são Messi, A. Iniesta, Puyol, Xavi, Samuel Eto'o, Thierry Henry, e Bojan Krkić

A cidade também já sediou os Jogos Olímpicos de Verão de 1992 e alguns jogos da Copa do Mundo de 1982.

Apesar de grande destaque no futebol, outros desportos se destacam na cidade catalã, entre eles esportes náuticos, automobilísticos, além de outros. No Circuito da Catalunha são disputadas provas de F1 e do Campeonato Mundial de Motociclismo.



v • d • e • h

v • d • e • h

1896: Atenas • 1900: Paris • 1904: St. Louis • 1908: Londres • 1912: Estocolmo • 1920: Antuérpia • 1924: Paris • 1928: Amsterdã • 1932: Los Angeles • 1936: Berlim • 1948: Londres • 1952: Helsinque • 1956: Melbourne • 1960: Roma • 1964: Tóquio • 1968: Cidade do México • 1972: Munique • 1976: Montreal • 1980: Moscou • 1984: Los Angeles • 1988: Seul • 1992: Barcelona • 1996: Atlanta • 2000: Sydney • 2004: Atenas • 2008: Pequim • 2012: Londres



Nota: Para outros significados de Barcelona, ver barcelona (desambiguação).

barcelona é capital da comunidade autônoma de Catalunha (Espanha); é também a capital da comarca do Barcelonès e da província de Barcelona. Nela se encontram as instituições mais importantes do governo da Catalunha: a Generalidade da Catalunha (governo autônomo) e o parlamento autônomo. Seu prefeito é Jordi Hereu Boher.



Situada na província homônima, ao longo da costa do Mediterrâneo (41°23′N 2°11′E), entre o desaguar dos rios Llobregat e Besòs, o território de barcelona está dividido em três áreas bem delimitadas: a serra da Collserola (com 512 metros de altura é o ponto mais alto da cidade, em seu topo está localizado o Tibidabo), o plano e os deltas dos rios Besòs e Lobregat, que juntamente com o litoral delimitam seu território. Cerca de 160 km a sul das montanhas dos Pirenéus.

A população da cidade de 1.595.110 habitantes (estimativa em 2006), sendo que a população da área metropolitana é de 3.161.081 (estimativa em 2006). A população da província é de 5.226.354 (estimativa em 2005), mas cobre apenas 7,773 km² da cidade.



Os primeiros vestígios de povoamento em Barcelona remontam ao final do período Neolítico (2000 a 1500 a.C.). Do século VII ao VI a.C. não está documentada a existência de povoamento de nenhuma tribo ibérica. Aparentemente, por essa mesma época teria existido uma colônia grega (Kallipolis) na região, apesar de os historiadores discordarem sobre a sua localização exata. Os cartagineses teriam ocupado a região durante a Segunda Guerra Púnica e depois os romanos se instalariam no local.

Em sentido estrito, Barcelona teria sido fundada pelos romanos no final do século I a.C., sobre o mesmo assentamento ibérico anterior onde já se haviam instalado anteriormente desde o ano 218 a.C., e teria sido convertida numa fortificação militar, chamada de Iulia Augusta Paterna Faventia Barcino, que estava situada sobre o então chamado Mons Taber, uma pequena elevação onde hoje está situada a catedral da cidade e a praça de Sant Jaume. No século II as suas muralhas foram construídas por ordem do Imperador Cláudio e já no início do século III a população de Barcino estava estimada entre 4.000 e 8.000 habitantes. Barcino foi a cidade dos laietanos (ibéricos), que deu origem a cidade de barcelona. Estava situada perto do rio Rubricatus (Llobregat). A cidade já existia com um outro nome (a lenda atribui sua fundação à Hércules, 400 anos antes da fundação de Roma) quando foi supostamente refundada por Amílcar Barca, que lhe dá o nome. Depois os romanos se estabelecem na cidade.

No século V, barcelona foi ocupada pelos visigodos de Ataúlfo (ano 415) provenientes do norte da Europa. Em 531, Amalarico foi assassinado. No século VIII a cidade foi conquistada pelo vizir árabe Al-Hurr e iniciou-se um período de quase um século de domínio muçulmano que terminou em 801 quando foi ocupada pelos carolíngios, que a converteu em capital do Condado de Barcelona. A potência econômica da cidade e a sua localização estratégica fizeram com que os muçulmanos voltassem em 985, comandados por Almansor, ocupando-a durante alguns meses.



Até o fim do século XVIII, Barcelona iniciou uma recuperação econômica que lhe favoreceu a industrialização progressiva do século seguinte. A segunda metade do século XIX coincidiu com o projeto de derrubada das muralhas antigas que envolviam a cidade e outras cidades próximas são incorporadas à barcelona. Dessa forma, são incorporadas à Grande Barcelona as cidades de Gràcia, Sarrià, Horta, Sant Gervasi de Cassoles, Les Corts, Sants, Sant Andreu de Palomar e Sant Marti de Provençals. Isso permitiu que a cidade executasse o projeto do Eixample e do desenvolvimento da indústria, feito que lhe permitiu entrar no século XX como um dos centros urbanos mais avançados de Espanha. Foi sede de duas Exposições Universais nos anos de 1888 e de 1929.

A escalada da Guerra Civil Espanhola e a derrota das forças republicanas tornaram o panorama desfavorável novamente, uma vez que barcelona se havia posto ao lado da República, e no final de 1939, as tropas franquistas ocuparam a cidade na última fase da guerra.

Depois de um pós-guerra duro para barcelona, teve início uma fase de desenvolvimento sob o mandato do prefeito Josep María de Porcioles i Colomer. Toda a região próxima à cidade que ainda mantinha alguma tradição agrícola e rural aos poucos se vai urbanizando com grandes bairros cheios de imigrantes procedentes de outras partes da Península Ibérica. Restaurada a democracia após a morte do ditador Franco, um novo desenvolvimento cultural e urbanístico acontece, com uma crescente participação da população civil, dotando a cidade de grandes infra-estruturas dignas de uma metrópole moderna e cosmopolita atrativa para o turismo. Nesta última etapa celebraram-se os Jogos Olímpicos de Verão de 1992 e o Forum Universal das Culturas em 2004.



Barcelona foi historicamente uma cidade muito ligada à indústria. Foi a primeira cidade em Espanha a acolher a revolução Industrial e apesar de ter tido algumas crises econômicas é hoje o maior centro industrial do país.

O porto de barcelona converteu-se nos últimos anos no mais importante do Mediterrâneo em tonelagem de mercadorias e contentores. Também é o primeiro porto mediterrânico em número de cruzeiros que fazem escala na cidade.

Centro cultural, econômico e político, barcelona é uma referência não só dentro de Espanha como também no contexto da União Europeia.



Barcelona cresceu e anexou municípios vizinhos que atualmente são bairros da cidade. Destacam-se a aportação fenomenal de Ildefons Cerdà e a ordenação urbanística.

barcelona está dividida em dez distritos (enumeram-se alguns bairros históricos):



Barcelona oferece ao visitante a possibilidade de percorrer a pé desde as ruínas romanas e a cidade medieval até os bairros do modernismo catalão, com seus edifícios característicos, suas ruas arborizadas e suas largas avenidas. A cidade antiga é praticamente plana, enquanto que os bairros novos, a medida que ficam próximos à cordilheira litoral, deixam o aspecto plano de lado.



Um dos lugares de mais frequentados de Barcelona é La Rambla, uma passarela situada entre a Praça da Catalunha (em catalão Plaça de Catalunya), centro da cidade, e o antigo porto de barcelona. Ali são encontradas quiosques de flores, cafeterias, restaurantes e lojas comerciais. Passeando pela La Rambla pode-se admirar vários edifícios de interesse, como o Palácio da Virreina, o mercado de La Boqueria e o famoso teatro Grande Teatro do Liceu. Uma rua lateral a La Rambla conduz a Praça Real (em catalão Plaça Reial), uma praça com palmeiras e edifícios que abriga cervejarias e restaurantes.

La Rambla termina junto ao porto antigo, onde a estátua de Cristovão Colombo (ou Monumento a Colombo) aponta para o mar. Próximo dali se encontra o Museu Marítimo (ou Museu Maritim), dedicado sobre tudo à historia naval do Mediterrâneo, e no qual se exibe a reprodução em escala real de uma antiga galera de combate. O porto antigo oferece outros atrativos, como um centro de ócio, com comércios, restaurantes, um cinema IMAX, e um aquário da fauna marinha mediterrânea.



barcelona é conhecida como capital do modernismo. A cidade, na qual viveu e trabalhou o arquiteto Antoni Gaudí conta com algumas de suas obras mais relevantes, que atraem a cada ano milhões de visitantes de todo mundo. A mais representativa é o Templo Expiatório da Sagrada Família, que Gaudí deixou inacabada e que segue sendo construída da mesma maneira que as catedrais na Idade Média. Seu término está previsto para até 2020. Outras das obras mais conhecidas de Gaudí são o Parque Güell (Parc Güell), a Casa Milà, também chamada de "La Pedrera", e a Casa Batlló. Além de Gaudí, Barcelona conta com outras jóias do modernismo catalão como o Hospital de Sant Pau e o Palácio da Música Catalã de Lluís Domènech i Montaner, ou o Palácio Macaya e muitas outras obras de Josep Puig i Cadafalch.



Também possui distintas amostras de arquitetura contemporânea. Destacando-se o Pavilhão Alemão de Ludwig Mies van der Rohe, que foi construído para a Exposição Universal de Barcelona de 1929, assim como a Fundação Joan Miró do arquiteto catalão Josep Lluís Sert. Anos mais tarde, por causa dos Jogos Olímpicos de 1992, a cidade viveu uma etapa de grandes transformações que deram lugar a obras como o Palau Sant Jordi (ou Palácio de Esportes São Jordi) de Arata Isozaki, a Torre de Collserola de Norman Foster e a Torre de Montjuïc de Santiago Calatrava. Antes dos Jogos houve também a remodelação e ampliação do Aeroporto de barcelona por Ricardo Bofill. E na etapa pós-olímpica a cidade seguiu mantendo seu desenvolvimento arquitetônico, construindo edifícios como o Museu de Arte Contemporânea de Barcelona (ou MACBA) de Richard Meier, a Torre Agbar de Jean Nouvel, e los projetos de uma nova estação em La Sagrera, a Torre do Triângulo Ferroviário de Frank Gehry. Outras construções aconteceram por causa do Forum Universal das Culturas, como o Edifício Fórum de Jacques Herzog e Pierre de Meuron.



Na Fundação Joan Miró encontra-se algumas obras deste pintor e são realizadas exposições itinerantes procedentes de museus de todo mundo. O Museu Picasso conta com uma importante coleção de obras pouco conhecidas deste pintor, sobretudo de suas épocas iniciais. No Museu Nacional de Arte da Catalunha encontra-se exposta uma importante coleção de arte romana. A arte da época atual fica no recém construído Museu de Arte Contemporânea de barcelona. Também são de relevância o Centro de Cultura Contemporânea de barcelona situado em El Raval, o museu da Fundação Antoni Tàpies, o CaixaFòrum e o Museu da Ciência, agora chamado de CosmoCaixa.



Duas montanhas dominam a cidade convertidas em miradores. O Montjuic é um pequeno monte situado junto ao porto, em cuja topo encontra-se uma antiga fortaleza militar que serviu para vigiar a entrada de Barcelona pelo mar. Nesta montanha encontra-se ainda as instalações olímpicas, como o Estádio Olímpico Lluis Companys, o Palácio Sant Jordi e as Piscinas Picornell. Também pode ser visto em Montjuic o jardim botânico, que dispõe de uma coleção única de cactus. O Tibidabo, na parte alta da cidade é a outra montanha de barcelona. Pode-se ir ao Tibidabo de carro, ônibus, tranvia e um funicular. No Tibidabo encontra-se a Igreja do Sagrado Coração, visível de toda a cidade, o Parque de atrações de Tibidabo, e a Torre de Collserola, antena de telecomunicações que dispõe de um mirador.



A cidade de barcelona também se destaca no futebol, onde os clubes do Futbol Club Barcelona e Espanyol se destacam. O clube do barcelona é o maior da Catalunha, onde já passaram diversos jogadores de futebol famosos como Maradona, Ronaldo, Rivaldo, Romário, Saviola, Messi, Riquelme, Michael Laudrup, Cruyff, Luis Figo e Ronaldinho Gaucho. Atualmente os maiores jogadores são Messi, A. Iniesta, Puyol, Xavi, Samuel Eto'o, Thierry Henry, e Bojan Krkić

A cidade também já sediou os Jogos Olímpicos de Verão de 1992 e alguns jogos da Copa do Mundo de 1982.

Apesar de grande destaque no futebol, outros desportos se destacam na cidade catalã, entre eles esportes náuticos, automobilísticos, além de outros. No Circuito da Catalunha são disputadas provas de F1 e do Campeonato Mundial de Motociclismo.



v • d • e • h

v • d • e • h

1896: Atenas • 1900: Paris • 1904: St. Louis • 1908: Londres • 1912: Estocolmo • 1920: Antuérpia • 1924: Paris • 1928: Amsterdã • 1932: Los Angeles • 1936: Berlim • 1948: Londres • 1952: Helsinque • 1956: Melbourne • 1960: Roma • 1964: Tóquio • 1968: Cidade do México • 1972: Munique • 1976: Montreal • 1980: Moscou • 1984: Los Angeles • 1988: Seul • 1992: Barcelona • 1996: Atlanta • 2000: Sydney • 2004: Atenas • 2008: Pequim • 2012: Londres



Barcelonabarcelona


Fonte: CIA Factbook, Wikipedia


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